Flores

Flores
Flores

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

De uma colega e amiga, o seguinte alerta:

Repassem esse Site de Educação para todas pessoas que estão estudando e os interessados por cultura.

Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos.

Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:

· Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;
· escutar em MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis Ou a Divina Comédia;
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA,
ARTIGOS CIENTÍFICOS
· e muito mais....

Esse lugar existe!

O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso, basta acessar o site:

www.dominiopublico.gov.br

Só de literatura portuguesa são 732 obras!
Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

Divulgue para o máximo de pessoas.
Vamos acessar

Divulguem nos grupos! 😊

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

A biblioteca on line Questia é uma fonte de pesquisa importante. Custa alguns dólares anuais e fornece verdadeiros itinerarios de investigação, dos livros clássicos aos artigos jornalisticos, acadêmicos etc. No caso abaiso, é bom consultar, sobretudo em época de comemoração da Reforma, o que diz o livro sobre os elos entre Lutero e seus pares, e a Virgem. RR

 https://www.questia.com/library/103533864/reforming-mary-changing-images-of-the-virgin-mary

 books » Book details, Reforming Mary: Changing Images of the Virgin ...

Reforming Mary: Changing Images of the Virgin Mary in Lutheran Sermons of the Sixteenth Century

Synopsis

Catholics and Protestants have, since the earliest days of the Reformation, held markedly different views about the Virgin Mary. In Reforming Mary Beth Kreitzer examines the development of Lutheran views on this subject as expressed in 16th-century Lutheran published sermons, starting with the earliest of Luther's own Reformation sermons. She shows that from the beginning Lutherans rejected much of the theology and piety that surrounded Mary in Catholicism, especially her status as heavenly queen and intercessor with Christ. They affirmed those orthodox teachings about Mary that related to Christ (the Virgin's role as Theotokos, the virgin birth) and by extension Mary's purity, or perpetual virginity. As time went on Lutheran preachers showed less interest in Mary as a topic and by the later part of the century showed an increasingly harsh and critical view of her. These later sermons reveal a new willingness, in opposition to received tradition, to impute sin to Mary. Kreitzer attributes this changed attitude to the increasing distance of Lutherans from their Catholic roots, the logical results of theological changes in the Reformation, and a perception of an increased threat of re-catholicization. Finally, she shows, Mary was pressed into service by preachers who endeavored to instruct the laity in both what to believe and how to live, making a causal connection between being a good Christian and being a good citizen of society. In this context, Mary was used as a role model and was often promoted as an exemplar for females in ways that served to constrain and domesticate women, placing them more firmly under male authority. But despite the attempts by preachers to domesticate and mold her, Kreitzer argues, the Lutheran Mary remains a complex and paradoxical figure.

Excerpt

The first five chapters of this study treat the most important Marian holidays that survived in the Lutheran church, along with several other gospel texts in which Mary is a central figure. the remaining texts in which she appears are treated in this chapter. in the Christmas story from Luke 2, Mary played a vital role in the events that took place, but Jesus as the promised Messiah is usually the focus of Christmas sermons. Certain elements significant for this day are important for Mariology, especially her role as the Theotokos, the Godbearer. Her importance as the guarantor of Christ's humanity is underscored in these sermons. She plays a more minor role in the remaining texts concerning Jesus' infancy. the sermons on Jesus' circumcision (New Year's Day) rarely mention her, and in both Epiphany and Innocents sermons she appears only infrequently. in the story of Jesus' passion, Mary is mentioned as standing at the foot of the cross and plays a small role in the drama there. the significance of Mary at the cross, so important for late medieval devotion, is minimized in Lutheran sermons, and the growing devotion to Mary as coredemptrix is ignored. Finally, the three important holidays celebrating Mary's conception, birth, and assumption, lacking scriptural evidence and support, are quickly phased out of the Lutheran calendar. Sermons on these days appear only in the earliest postils.
The Christmas Story
In the traditional text for the Christmas holiday, Luke 2:1–20, Mary's centrality for the Christian faith is underscored: she is the mother of . . .

ihu/Unisinos. Rejeição da denúncia contra Temer ameaça democracia e mostra 'força bruta do dinheiro', diz Roberto Romano

Rejeição da denúncia contra Temer ameaça democracia e mostra 'força bruta do dinheiro', diz Roberto Romano

Revista ihu on-line


26 Outubro 2017
O professor de ética e filosofia Roberto Romano, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), vê como ameaça à própria democracia brasileira o resultado da votação na Câmara dos Deputados que arquivou a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB). "O resultado mostra que efetivamente estamos nos últimos momentos do Estado Democrático de Direito", afirmou.

A reportagem é de Guilherme Azevedo e publicada por Uol, 25-10-2017.

Para Romano, o arquivamento da primeira denúncia, em agosto, e o de agora mostram que "os operadores do Estado não estão mais em condições mínimas de seguir a liturgia dos cargos", como determina a Constituição.

O professor nota a prevalência, no resultado, do "jogo da força bruta do dinheiro", na "cooptação [compra]" do voto dos deputados federais pelo governo Temer. "Não vi tamanha desfaçatez nem no mensalão", comparou Romano, referindo-se ao escândalo da compra de apoio de congressistas em meados dos anos 2000, durante a Presidência de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Outro fator que demonstra a ameaça à democracia brasileira é a ausência de participação do eleitor na definição do destino político do país. "O cidadão está totalmente afastado [do nível decisório] e desconfiado dos operadores do Estado", aponta. "O resultado desta quarta-feira é uma volta a mais na descrença popular no sistema representativo [do Congresso].".

Para o professor, o momento se agrava devido à falta de partidos organizados de verdade e de lideranças políticas. Ele vê o PMDB como uma facção que tomou o poder, o PSDB como um partido dividido e o PT dependendo única e exclusivamente de Lula, agora às voltas com problemas com a Justiça.

"Governo das cotoveladas”

Quanto ao futuro de Temer, Romano diz que será o do "governo das cotoveladas". Um governo sem respaldo, sem respeito, em que prevalecerá o tamanho do cotovelo, a força bruta, do interlocutor. "Se as crises antes eram anuais, semestrais, mensais, agora serão diárias. Temo pelo futuro, inclusive pela tradição de saídas desastrosas brasileiras para crises na história", opina, se referindo às Forças Armadas.

Leia mais

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

UOL Notícias, Rejeição da denúncia contra Temer ameaça democracia e mostra "força bruta do dinheiro", diz Roberto Romano


Rejeição da denúncia contra Temer ameaça democracia e mostra "força bruta do dinheiro", diz Roberto Romano

Guilherme Azevedo
Do UOL, em São Paulo
Ouvir texto
0:00
Imprimir Comunicar erro
  • Wilton Junior/Estadão Conteúdo
    Câmara dos Deputados arquivou a 2ª denúncia contra Temer Câmara dos Deputados arquivou a 2ª denúncia contra Temer
O professor de ética e filosofia Roberto Romano, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), vê como ameaça à própria democracia brasileira o resultado da votação na Câmara dos Deputados que arquivou a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB).

"O resultado mostra que efetivamente estamos nos últimos momentos do Estado Democrático de Direito", afirmou nesta quarta-feira (25) ao UOL.

Para Romano, o arquivamento da primeira denúncia, em agosto, e o de agora mostram que "os operadores do Estado não estão mais em condições mínimas de seguir a liturgia dos cargos", como determina a Constituição.
O professor nota a prevalência, no resultado, do "jogo da força bruta do dinheiro", na "cooptação [compra]" do voto dos deputados federais pelo governo Temer. "Não vi tamanha desfaçatez nem no mensalão", comparou Romano, referindo-se ao escândalo da compra de apoio de congressistas em meados dos anos 2000, durante a Presidência de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Outro fator que demonstra a ameaça à democracia brasileira é a ausência de participação do eleitor na definição do destino político do país. "O cidadão está totalmente afastado [do nível decisório] e desconfiado dos operadores do Estado", aponta. "O resultado desta quarta-feira é uma volta a mais na descrença popular no sistema representativo [do Congresso]."

Para o professor, o momento se agrava devido à falta de partidos organizados de verdade e de lideranças políticas.

Flávio Florido/UOL
O cidadão está totalmente afastado. O resultado desta quarta-feira é uma volta a mais na descrença popular no sistema representativo
 
Roberto Romano, professor de ética

Ele vê o PMDB como uma facção que tomou o poder, o PSDB como um partido dividido e o PT dependendo única e exclusivamente de Lula, agora às voltas com problemas com a Justiça.

"Governo das cotoveladas"

Quanto ao futuro de Temer, Romano diz que será o do "governo das cotoveladas". Um governo sem respaldo, sem respeito, em que prevalecerá o tamanho do cotovelo, a força bruta, do interlocutor.
"Se as crises antes eram anuais, semestrais, mensais, agora serão diárias. Temo pelo futuro, inclusive pela tradição de saídas desastrosas brasileiras para crises na história", opina, se referindo às Forças Armadas

Devemos ou não acabar com o foro privilegiado?

SEGUNDA, 17/04/2017, 14:58 Estúdio CBN - Entrevista

Devemos ou não acabar com o foro privilegiado?

Na estreia do Estúdio CBN, Tatiana Vasconcellos e Fernando Andrade recebem o jurista e comentarista da CBN Wálter Maierovitch, a colunista do Valor Econômico Maria Cristina Fernandes, e o professor de Ética e Filosofia da Unicamp Roberto Romano.Em debate, o foro por prerrogativa de função. Um dos alicerces do sistema republicano é a máxima de que todos são iguais perante a lei, mas a nossa lei criou distinções.

  • DURAÇÃO: 00:22:08
  • Copie o código abaixo para usar no seu site:
    Código copiado!
Tatiana Vasconcelos recebe Maria Cristina Fernandes, Roberto Romano e Wálter Maierovitch no Estúdio CBN. Foto: CBN (Crédito: )
Tatiana Vasconcelos recebe Maria Cristina Fernandes, Roberto Romano e Wálter Maierovitch no Estúdio CBN. Foto: CBN

Professor de Ética e Filosofia da Unicamp, Roberto Romano da Silva fala sobre projeção política da RMC com ou sem Michel Temer 25/10/2017

Professor de Ética e Filosofia da Unicamp, Roberto Romano da Silva fala sobre projeção política da RMC com ou sem Michel Temer

0
1
Tocador de áudio
http://www.portalcbncampinas.com.br/2017/10/professor-de-etica-e-filosofia-da-unicamp-roberto-romano-da-silva-fala-sobre-projecao-politica-da-rmc-com-ou-sem-michel-temer/

Uma interação de 100 milhões de anos

Uma interação de 100 milhões de anos

Lançado no Reino Unido, livro organizado por professor da Unicamp reúne estudos internacionais sobre o mutualismo entre formigas e plantas
​Foto: Reprodução​ Fim de tarde de primavera. Luz artificial na sala de trabalho do biólogo Paulo Oliveira, professor do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp. Nas paredes, livros, mapas, fotos de formigas, recortes de jornais, artigos, publicações científicas e lembranças de alunos, professores e cientistas. A janela entreaberta ameniza o calor e o tempo seco. O sol se põe do lado de fora. O canto dos pássaros invade o pequeno recinto.
“Muita gente pensa que aves e outros animais grandes são os responsáveis exclusivos pela dispersão de sementes na floresta. Os vertebrados são fundamentais, mas uma vez que a semente cai no chão, as formigas são as dispersoras”, afirma o cientista.
Oliveira, na Unicamp desde 1983, é especialista em interações entre formigas e plantas. Existem em torno de 15 mil espécies de formigas identificadas pela ciência. As formigas, insetos sociais, são responsáveis pela chamada dispersão secundária das sementes. O trabalho
que realizam — de transporte da semente para o ninho e ingestão da energia contida na polpa do fruto que tomba no solo, deixando-o limpo e livrando-o de infestação por fungos — facilita a germinação da semente.
A dispersão primária cabe a aves, macacos, morcegos e outros animais maiores, como o lobo-guará, que são atraídos pelos frutos coloridos e com polpa saborosa. Esses animais percorrem longas distâncias e lançam as sementes dos frutos no solo, aumentando as chances de as plantas colonizarem outros territórios e garantirem a diversidade genética de um ecossistema.
A importância desses pequenos invertebrados, os mais numerosos entre os insetos, em um ecossistema terrestre, aumenta à medida que a ação do homem produz seus efeitos no planeta. Na era geológica atual, que leva o nome de Antropoceno, um desses efeitos é a onda de perda de biodiversidade, como a que cientistas projetam no Cerrado brasileiro, caracterizada pelo desaparecimento de parte dos animais grandes que realizam a dispersão primária.
As formigas sofrem menos as interferências da atividade humana. Elas interagem com outras espécies de insetos, plantas e vertebrados. Além disso, as formigas reinam no solo da maioria dos ecossistemas terrestres do planeta, sendo os animais — junto com os cupins — mais abundantes. “Imagine um quadrado na Amazônia de 100 metros por 100 metros — ou 1 hectare. Contaremos 8 milhões de formigas. Amplie agora isso para outras regiões tropicais do planeta e terá ideia do quanto a formiga é comum”, comenta Paulo.
Recém-lançado pela editora Cambridge University Press, o livro Ant-Plant Interactions: Impacts of Humans on Terrestrial Ecosystems (ainda sem tradução para o português) ressalta o papel ecológico estratégico das formigas para a sobrevivência dos biomas no mundo e dedica-se aos efeitos das alterações do homem no planeta na interação entre esses insetos sociais e as plantas.
Foto: Divulgação
O professor e biólogo Paulo Oliveira mostra o livro organizado por ele: “Nove em cada 10 invertebrados que estão nas folhas das árvores são formigas” | Foto: Hélio Soares Jr.
O biólogo Paulo Oliveira e a pesquisadora Suzanne Koptur, da Florida International University, organizaram o trabalho no qual 52 pesquisadores do mundo todo demonstram, em 452 páginas, que as interações entre formigas e plantas podem ser extremamente benéficas. Os estudos foram realizados em ecossistemas temperados e tropicais de países das Américas e da África, no Japão, na Polinésia, na Indonésia e na Austrália.
Os caminhos evolutivos de formigas e plantas vêm se cruzando há 100 milhões de anos. Como representantes de diferentes reinos, o animal e o vegetal, formigas e plantas envolvem-se em diversos casos de mutualismo, gerando benefícios para as espécies envolvidas. “Nove em cada 10 invertebrados que estão nas folhas das árvores são formigas”, lembra Oliveira.
Um dos casos de mutualismo de defesa descritos no livro acontece entre as formigas do gênero Crematogaster e as espécies de um arbusto dominante nas savanas africanas, do gênero Acacia. As formigas, que são agressivas, têm alto potencial para defender as plantas contra herbívoros, como os elefantes.
“Para aumentar a presença de formigas nos galhos e folhas, a acácia oferece em troca gotinhas de néctar, que são recursos alimentares, ou moradia — quer dizer, espaço para a formação de formigueiro”, aponta o biólogo da Unicamp. Toda a vez que o elefante aproxima a tromba para arrancar as folhas, as formigas avançam agressivamente para picá-la, afastando o grande mamífero e protegendo o formigueiro e o arbusto.
O livro também apresenta outros casos comuns de interação entre formigas e plantas: o transporte de sementes no solo. A Biologia chama isso de mutualismo de dispersão. No Cerrado e na Mata Atlântica, por exemplo, o chão está repleto de formigas. Oliveira observa que acontece um processo de dispersão secundária de sementes nas áreas em que a natureza está bem conservada nesses biomas.
O fruto cai naturalmente da árvore quando amadurece ou porque algum animal de maior porte deixou-o cair ou descartou-o. Uma vez no solo, há espécies de formigas que interagem com o fruto, interessando-se pela parte carnosa e nutritiva. As formigas operárias dessas espécies levam os restos de polpa para as que estão em estado larval dentro do formigueiro.
“Até mesmo as formigas carnívoras, que caçam outras formigas e lagartas, ficam interessadas nos frutos que têm na polpa gordura e proteína”, explica o biólogo. “Na Mata Atlântica, há um gênero de formigas, as Odontomachus (carnívoras), que pegam a semente que cai debaixo da árvore e ajuda a colonizar outro pedaço de terra. Isso tem um efeito muito importante no estágio inicial de vida da planta”, aponta.
O comportamento das Odontomachus e de outras 15 espécies para a dispersão da árvore Clusia criuva foi descrito pela primeira vez em estudo realizado na Ilha do Cardoso, no litoral sul de São Paulo. Quando retiram a polpa, as formigas limpam a semente e a descartam nas imediações do formigueiro. A semente germina com mais facilidade e as plantas têm mais chances de se desenvolver e chegar ao primeiro ano de vida. O entorno do ninho é rico em nutrientes, como nitrogênio e fósforo, em decorrência do material orgânico acumulado pelas formigas.
O futuro dos ecossistemas
A intervenção do homem no planeta tem provocado mudanças na configuração dos ecossistemas globais, como a destruição ou a degradação de áreas nativas. A comunidade científica também estuda a relação entre o aumento da temperatura média do planeta com as emissões de gases de efeito estufa (GEE) no Antropoceno. Os cientistas desconhecem com precisão como será o impacto dos efeitos das mudanças na vida de todas as espécies. O desequilíbrio dos ecossistemas é um dos indícios.
Foto: Divulgação
Depois de descartadas nas imediações do formigueiro, onde o solo é rico em nutrientes, as plântulas crescem | Foto: Luciana Passos
“Há registros de áreas específicas nas savanas africanas em que a presença de formigas invasoras no ecossistema tem gerado desequilíbrio. Uma das consequências é que as acácias, antes protegidas pela interação com as formigas do gênero Crematogaster, estão sendo devastadas pela ação dos elefantes, que comem o arbusto desprovido de defesa”, diz Oliveira.
As formigas são indicadores do estado de conservação de um ecossistema. Na hipótese de os pequenos animais nativos desaparecerem, não haveria mais animal que aerasse o solo, que ficaria mais compactado. A adubação decairia consideravelmente. Muitas das plantas que as formigas protegem ficariam desprotegidas. Outras seriam mais comuns, sendo dominantes. Muitos dos herbívoros que as formigas combatem seriam preponderantes.
“É uma bola de neve. Quando há desequilíbrio, as formiguinhas são afetadas tanto quanto os outros animais”, destaca o biólogo.